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Como garantir um mundo online mais seguro para as crianças

16 de dezembro de 2020

Férias, tempo livre e muitas horas do dia de ócio: assim estão muitas crianças agora que a temporada das aulas acabou. E é nessa época que elas costumam passar horas e horas conectadas.

Isso pode ser muito vantajoso, afinal, as opções de diversão nas telinhas são inúmeras, mas os pais e responsáveis precisam ficar de olho na segurança dos pequenos! Hoje separamos algumas dicas que vão ajudar as crianças a aproveitarem da melhor forma o tempo livre na internet, sem deixar de lado a segurança. Vamos lá?

Diálogo é tudo!
Conversar sobre o porquê de proteger informações pessoais é muito importante. Além disso, ensinar sobre quais ameaças os cercam pode ser um ótimo caminho para que eles se conscientizem e tenham um comportamento cada vez mais adequado independente a qual situação perigosa se apresente a eles.

Ensine-os a proteger suas senhas

E-mails, redes sociais, serviços na Internet, desbloqueio e smartphone, todos os serviços e dispositivos que permitem que um acesso seja criado devem ter uma senha. Ela deve atender a requisitos aceitáveis de segurança, como ser única, complexa e extensa. A dica é misturar caracteres especiais (#@&), números e letras maiúsculas.

Configure política de privacidade em todas as redes sociais e softwares

As configurações de privacidade variam bastante de uma rede social para outra, ou de um software para outro, mas em geral visam inibir o acesso livre às informações do usuário. Um exemplo simples de política de privacidade é poder marcar uma pessoa em uma foto e essa marcação só aparecer após o aceite do proprietário. Por serem recursos muito úteis, recomendamos que sejam revisados com cautela.

Atenção aos jogos online
Instruir os pequenos para tomar cuidado com as informações passadas nesses meios e sobre quão sutil pode ser a abordagem dos criminosos fará com que eles tenham cada vez mais consciência de que as ameaças podem vir de qualquer lugar.

Espero que as dicas sejam úteis! E lembre-se: apenas monitorar o acesso não é a melhor forma de proteger as crianças. É preciso orientá-las sempre a como se protegerem sozinhas também.

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